Militante do MPLA perseguido por abandonar o partido e ingressar numa organização opositora

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Manuel Bernardo, antigo militante do MPLA denunciou que é alvo de perseguições e ameaças de morte por membro daquele partido no poder por abandonar o partido e ingressar numa organização opositora denominada 0rganização de Protesto e

Manifestação (OPM), , formada em 21 de Janeiro de 2014.

“Desde a nossa infancia fizemos parte Como militantes integrantes do partido MPLA, não por livre vontade ou escolha, mas por que eramos facilmente enganados pela forma de governação o
Estado Angolano de Cabinda ao Cunene,
nas reuniões entre os responsaveis do partido, nós militantes eramos informados antecipadamente sobre qual seria o resultado das eleições, onde candidato e o MPLA sériam os grandes vencedores de qualquer forma”, disse.

Entretanto, cansado de viver e conniver com uma forma de governação do MPLA
decidiu aceitar o convite e integrar as fileiras da organização de jovens denominada 0rganização de Protesto e Manifestação (OPM), formada em 21 de Janeiro de 2014, para combater o MPLA, que actualmente dirige Angola há mais de 40 anos.

“A nossa organização é formada por cinco elementos responsaveis; isto é, um líder da organização, um coordenador de eventos, uma palestrante, um responsável da logística e um responsável de organizar grupos de pessoas entre jovens, adultos e até mesmo idosos e um na organização de panfletos, cartazes e eventos, nas ruas da cidade manifestando todo o direito do cidadão para escolher de forma justa o seu governo”, frisou.

Os mesmos clamam por mudanças do partido no poder neste caso uma saida imediata do MPLA, pois só assim acreditam que Angola irá desenvolver.

Desta feita, por serem opositores do próprio partido são alvos de perseguições e a ameaças de morte “O nosso informante que é funcionario da UGP – Unidade de Guarda Presidencial e cunhado de um dos membros da nossa organização alertou-nos que os membros da nossa organização estão a ser procurados por dirigentes do MPLA, e por agentes do serviço secreto porque sempre fomos considerados elementos que não concordam com a forma de liderança e governação do partido no poder, e sempre ficou claro que a nossa organizcação nunca teve de acordo com o partido MPLA no poder, mostramos em todas nossas manifestações contra o mesmo, eles informam que estamos usando calunias e difamação contra o governo e por isso nos querem prender ou matar”, alertou Manuel Bernardo.

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