{"id":3365,"date":"2021-05-05T23:02:47","date_gmt":"2021-05-05T22:02:47","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalocrime.com\/?p=3365"},"modified":"2021-05-05T23:02:47","modified_gmt":"2021-05-05T22:02:47","slug":"servico-humanizado-nos-hospitais-ainda-e-uma-utopia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/servico-humanizado-nos-hospitais-ainda-e-uma-utopia\/","title":{"rendered":"SERVI\u00c7O  HUMANIZADO  NOS HOSPITAIS  AINDA \u00c9 UMA UTOPIA"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Hospital \u00e9 o estabelecimento destinado ao diagn\u00f3stico e tratamento de doentes, com atendimento humanizado. \u00c9 assim um pouco por todo mundo. Em Angola, por\u00e9m, os pacientes continuam a sonhar com dias melhores nas unidades hospitalares.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"text-decoration: underline;\">Jaime Tabo<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta semana, o O Crime girou por algumas unidades, onde as reclama\u00e7\u00f5es continuam as mesmas. Ou seja, passam os dias, mudam-se os ministros, no entanto, permanecem os problemas: atendimento n\u00e3o humanizado, falta de assist\u00eancia medicamentosa e assist\u00eancia m\u00e9dica demorada s\u00e3o alguns.<br \/>\nA ronda come\u00e7ou no Hospital Municipal de Talatona, localizado na Vila da Gamek, que tem a miss\u00e3o de, como de resto, \u201cgarantir um atendimento humanizado da popula\u00e7\u00e3o por meio de servi\u00e7os preventivos e curativos, com equipas multidisciplinares, com vista a reduzir o \u00edndice de mortalidade no munic\u00edpio\u201d.<br \/>\nEntretanto, n\u00e3o \u00e9 esta a realidade dos utentes. Semelhantemente a outras unidades, esta \u00e9 uma prova de que o Sistema Nacional de Sa\u00fade est\u00e1 deficit\u00e1rio. No entanto, nem tudo est\u00e1 mal, todavia, muita coisa n\u00e3o vai bem. Para se ter uma ideia, eram perto das 14 horas e mais de cem pessoas ainda aguardavam pelo atendimento que, para aqueles pacientes e acompanhantes, est\u00e1 longe de ser humanizado.<\/p>\n<blockquote><p>No munic\u00edpio de Luanda, Miramar, est\u00e1 a Maternidade Augusto Ngangula. Nela esteve Iracelma Jos\u00e9 que conta os dias menos bons que ali viveu recentemente. Deu entrada \u00e0 maternidade no dia 7 de Dezembro \u00faltimo, onde, depois de algumas complica\u00e7\u00f5es, foi submetida \u00e0 cesariana, por\u00e9m, sem o seu consentimento.<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">No p\u00e1tio daquela unidade, al\u00e9m dos adultos, a imagem era de crian\u00e7as fatigadas que dormiam nos bancos corridos de madeiras, o que cansava as suas costelas. \u201cNada mudou, os servi\u00e7os continuam os mesmos\u201d, afirmam.<br \/>\nNa \u00e1rea de maternidade, Margareth Baptista, parturiente, foi observada pelas 06horas, tendo a t\u00e9cnica garantido que voltaria a fazer o mesmo procedimento dentro de uma hora. No entanto, passavam oito horas e a nova observa\u00e7\u00e3o n\u00e3o aconteceu. \u201cO atendimento \u00e9 p\u00e9ssimo!\u201d, exclamou, destacando que o problema maior naquela unidade \u00e9 a falta de informa\u00e7\u00e3o, pois, depois de observada, sem mais alguma informa\u00e7\u00e3o, ordenaram-lhe apenas que esperasse no lado de fora. A jovem recorda que foi a primeira pessoa na sala de parto, por isso, diz n\u00e3o entender a raz\u00e3o de n\u00e3o oferecerem mais esclarecimentos.<br \/>\nAgastados, alguns utentes diziam: \u201c\u00e9 sofrimento, vamos votar noutro presidente para nos governar\u201d, entretanto, outros retorquiram, \u201cn\u00e3o adianta, com batota, v\u00e3o ganhar mais\u201d. Entre outros assuntos, mulheres revelavam que os maridos, agora, por causa do desemprego, s\u00f3 jogam Angofoot. Estas eram as conversas para se distra\u00edrem, enquanto aguardavam pelo demorado atendimento.<br \/>\nRosa Jamba tem 29 anos e \u00e9 m\u00e3e de quatro filhos, tr\u00eas dos quais ca\u00edram doentes, com sinais e sintomas de paludismo. Por volta das 09 horas, chegou \u00e0quela unidade, mas s\u00f3 \u00e0s 14 horas foi \u201catendida\u201d. Na consulta geral, o m\u00e9dico orientou-a a ir para o Banco de Urg\u00eancia (BU) para uma assist\u00eancia m\u00e9dica e o exame de Pesquisa de Plasm\u00f3dio (PP). Mas, naquele dia, voltou \u00e0 casa sem medica\u00e7\u00e3o nem receita, por conta do laborat\u00f3rio que n\u00e3o tinha materiais laboratoriais para o exame.<br \/>\nNo BU foi for\u00e7ada a esperar horas sem uma informa\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel. \u201cVai s\u00f3 l\u00e1 fora e espera!\u201d, orientou um enfermeiro. Com isso, os rep\u00f3rteres foram \u00e0 procura desse profissional para esclarecimentos. Este, por sua vez, explicou que o BU estava cheio e que a senhora precisava esperar, uma vez que os seus filhos n\u00e3o se encontram em um estado muito grave, se comparado com os que estavam no interior, pelo que podia aguardar.<br \/>\nEngana-se quem pensa que os pacientes s\u00e3o os \u00fanicos que aguardam por melhores dias nos hospitais. Na sec\u00e7\u00e3o de triagem, apenas duas funcion\u00e1rias atendiam os mais de 100 pacientes a quem deviam ser verificados os sinais vitais. O espa\u00e7o \u00e9 pequeno e o calor abrasador, por isso, abanavam-se com cadernos e folhas de papel para amezinhar a situa\u00e7\u00e3o, enquanto trabalhavam.<br \/>\n\u201cDe quem \u00e9 ent\u00e3o a culpa das enchentes?\u201d \u00e9 a quest\u00e3o que se levantava naquela roda, mas a nossa equipa de reportagem foi buscar a resposta no director geral daquele hospital, m\u00e9dico-cirurgi\u00e3o, Domingos Jacinto, e trazemo-la numa entrevista na pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o.<br \/>\nN\u00e3o muito diferente est\u00e1 o Hospital Municipal de Viana, no Kapalanga, onde a cidad\u00e3 Arleth S\u00e1 Cristo acorreu no dia 30 de Mar\u00e7o com a sua filha menor de idade, adoentada em estado grave. Consigo tinha uma guia de transfer\u00eancia de um posto. No local, foram prontamente atendidas no Banco de Urg\u00eancia, pois a crian\u00e7a estava com a hemoglobina baixa. Depois disso, o m\u00e9dico assistente solicitou uma bateria de exames, mas, porque o laborat\u00f3rio do hospital estava inoperante, foram feitos no exterior da unidade, ao custo de AKZ 8.500,00 (oito mil e quinhentos mil kwanzas).<br \/>\nDurante o dia, a enchente \u00e9 excessiva e revela a menoridade daquela unidade hospitalar para dar resposta aos muitos casos de sa\u00fade no munic\u00edpio mais populoso de Luanda. Pessoas sem m\u00e1scaras e famintas reclamavam da demora e a falta de qualidade no atendimento. \u201cAcorrer a este hospital \u00e9 apenas por falta de op\u00e7\u00e3o. Se chegas em estado grave, \u00e9 preciso ter sorte, porque normalmente as pessoas morrem\u201d, contam.<br \/>\nNo munic\u00edpio de Luanda, Miramar, est\u00e1 a Maternidade Augusto Ngangula. Nela, esteve Iracelma Jos\u00e9 que conta os dias menos bons que ali viveu recentemente. Deu entrada \u00e0 maternidade no dia 7 de Dezembro \u00faltimo, onde, depois de algumas complica\u00e7\u00f5es, foi submetida \u00e0 cesariana, por\u00e9m, sem o seu consentimento.<br \/>\nPor outro lado, denuncia o facto de ser cobrado ao seu familiar um valor de AKZ 20.000,00 (vinte mil kwanzas) por uma doctora, atrav\u00e9s de uma enfermeira, para que fosse submetida a procedimento cir\u00fargico.<br \/>\nNo dia seguinte, deu \u00e0 luz ao pequeno Gabriel Lucas, e, poucos dias depois, recebeu a alta m\u00e9dica, ainda com algumas dores, e, por isso mesmo, ficou apenas seis dias em casa, sendo que, no dia 17 de Dezembro, regressou, tendo sido internada.<br \/>\nComo outras parturientes, Iracelma corrobora que as enfermeiras s\u00e3o boas, mas dessa lista exceptua a profissional Josefina que, conta, grita com as internadas e as intimida. Conforme conta, o maior problema daquela maternidade \u00e9 a falta de materiais para os curativos de feridas. \u201ctodo material \u00e9 adquirido pelos familiares dos pacientes com recursos pr\u00f3prios\u201d, garante.<br \/>\nPlataforma digital pode mitigar os problemas<br \/>\nAdemais, a ministra da sa\u00fade, S\u00edlvia Lutucuta, que falava por ocasi\u00e3o da Semana Nacional da Humaniza\u00e7\u00e3o, garantiu que a experi\u00eancia mostra que um grande n\u00famero de queixas e reclama\u00e7\u00f5es dos utentes pode ser resolvido, ou pelo menos minimizado, quando estes se sentem ouvidos, compreendidos e respeitados pelos profissionais de sa\u00fade.<br \/>\nPor outro lado, foi lan\u00e7ada uma plataforma digital que servir\u00e1 para melhorar os servi\u00e7os de atendimentos nas unidades do pa\u00eds, mas esta ser\u00e1 experimental durante um m\u00eas, e mais tarde ser\u00e1 disponibilizada em todo o territ\u00f3rio nacional. Com esta, pretende-se diminuir as enchentes nos hospitais, facilitar o atendimento, diminuindo, consequentemente, os largos tempos de espera.<br \/>\nE assim, em v\u00e1rios outros hospitais da capital, as hist\u00f3rias se repetem, mudando apenas quem as sofre, salvando-se raras excep\u00e7\u00f5es, de profissionais que atendem com o amor e carinho que se imp\u00f5em.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hospital \u00e9 o estabelecimento destinado ao diagn\u00f3stico e tratamento de doentes, com atendimento humanizado. \u00c9 assim um pouco por todo mundo. Em Angola, por\u00e9m, os pacientes continuam a sonhar com dias melhores nas unidades hospitalares. Jaime Tabo Nesta semana, o O Crime girou por algumas unidades, onde as reclama\u00e7\u00f5es continuam as mesmas. Ou seja, passam os dias, mudam-se os ministros, no entanto, permanecem os problemas: atendimento n\u00e3o humanizado, falta de assist\u00eancia medicamentosa e assist\u00eancia m\u00e9dica demorada s\u00e3o alguns. 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Em Angola, por\u00e9m, os pacientes continuam a sonhar com dias melhores nas unidades hospitalares. Jaime Tabo Nesta semana, o O Crime girou por algumas unidades, onde as reclama\u00e7\u00f5es continuam as mesmas. Ou seja, passam os dias, mudam-se os ministros, no entanto, permanecem os problemas: atendimento n\u00e3o humanizado, falta de assist\u00eancia medicamentosa e assist\u00eancia m\u00e9dica demorada s\u00e3o alguns. 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