{"id":3206,"date":"2021-04-30T22:49:48","date_gmt":"2021-04-30T21:49:48","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalocrime.com\/?p=3206"},"modified":"2021-04-30T22:49:48","modified_gmt":"2021-04-30T21:49:48","slug":"pais-de-mal-a-pior-angolanos-vivem-em-extrema-miseria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/pais-de-mal-a-pior-angolanos-vivem-em-extrema-miseria\/","title":{"rendered":"Pa\u00eds de mal a pior: ANGOLANOS VIVEM EM EXTREMA MIS\u00c9RIA"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong> Milhares de cidad\u00e3os nacionais, em Luanda e n\u00e3o s\u00f3, vivem numa situa\u00e7\u00e3o de extrema pobreza. Na \u00faltima semana, O Crime efectuou uma ronda por v\u00e1rias zonas da periferia da capital, testemunhou o calv\u00e1rio de cidad\u00e3os que, qual jejum, s\u00e3o obrigados a passar dias e noites \u00e0 fome por falta de AKZ 500, no m\u00ednimo, para uma refei\u00e7\u00e3o. \u00c9 a triste realidade, mas um determinado presidente acredita que n\u00e3o haja fome em Angola.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Jaime Tabo<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEstamos a sofrer\u201d. Esta \u00e9 uma afirma\u00e7\u00e3o que se ouve em v\u00e1rios cantos do territ\u00f3rio nacional. Parecendo o hino nacional, os populares dizem em coro. Na base, est\u00e3o as suas condi\u00e7\u00f5es e o alto custo de vida, que a cada dia jogam para a extrema mis\u00e9ria v\u00e1rias pacatas fam\u00edlias.<br \/>\nA nossa primeira paragem foi o Bairro da Lixeira, Distrito Urbano do Sambizanga, munic\u00edpio de Luanda, localizado por detr\u00e1s do Porto de Luanda. \u00c9 circundado por empresas multimilion\u00e1rias, aparentemente sem no\u00e7\u00e3o da sua responsabilidade social.<br \/>\nQuem ali reside, sem rodeios, afirma que \u201ca fome est\u00e1 dura\u201d. Para in\u00edcio de conversa, apresentam o facto de o saco de arroz estar quase 15 mil, muito caro, \u00e0 semelhan\u00e7a de tudo que se vende no armaz\u00e9m alimentar.<br \/>\nUm consider\u00e1vel n\u00famero de casas est\u00e1 abaixo de uma montanha de aproximadamente dez metros de altura. Esta serve de lixeira para os populares da zona. Por conta disso, parte dos res\u00edduos s\u00f3lidos cai sobre as resid\u00eancias, ou melhor, casebres, com altura inferior a 2 metros.<br \/>\nEm casa da cidad\u00e3 Delfina Victor, optou-se pelo funje de bomb\u00f3, mas o pre\u00e7o daquele bem n\u00e3o \u00e9 assim t\u00e3o famoso para quem n\u00e3o tem nada. O quilo fica em 200 kwanzas. Delfina precisa de, pelo menos, 7 mil kwanzas para alimenta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, mas a luta para alcan\u00e7ar essa meta est\u00e1 al\u00e9m das suas for\u00e7as. \u201cNem sempre aparece mil kwanzas, h\u00e1 dias que temos de ficar com fome\u201d, revela.<br \/>\nPor outro lado, garante que este valor \u00e9 insuficiente para sustentar os cinco filhos e o marido. Como se n\u00e3o bastasse, no bairro, 20 litros de \u00e1gua custam 80 kzs.<br \/>\nDelfina n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica mulher que nem sequer sorri no m\u00eas de Mar\u00e7o.<br \/>\nNa mesma linha, est\u00e1 Hermelinda Cassova, 56 anos, que tamb\u00e9m se queixa de fome, o fen\u00f3meno que lhe rouba a paz e o seu sorriso.<br \/>\nComo milhares de angolanos, Cassova diz que \u201cest\u00e1 muito dif\u00edcil conseguir um quilograma de arroz ou um pacote de massa alimentar\u201d.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">\u201cAt\u00e9 \u00e1gua para beber n\u00e3o temos\u201d<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">No interior da casa, a nossa equipa de reportagem n\u00e3o encontrou nada que se coma, nem \u00e1gua. Esta realidade provocou choros e muitos amargos de boca, um cen\u00e1rio que at\u00e9 contagiou os rep\u00f3rteres.<br \/>\nO rel\u00f3gio marcava 11 horas da manh\u00e3, e as crian\u00e7as, depois de uma noite sem jantar, tinham comido apenas arroz com a\u00e7\u00facar. Aquela mulher, abandonada pelo esposo e, agora, com uma defici\u00eancia na perna esquerda provocada por uma queda na fuga dos fiscais, enquanto vendia, chorava bastante ao descrever a pobreza que enfrenta. Choros e lamenta\u00e7\u00f5es iam interrompendo a conversa.<\/p>\n<blockquote><p>Um consider\u00e1vel n\u00famero de casas est\u00e1 abaixo de uma montanha de aproximadamente dez metros de altura. Esta serve de lixeira para os populares da zona. Por conta disso, parte dos res\u00edduos s\u00f3lidos cai sobre as resid\u00eancias, ou melhor, casebres, com altura inferior a 2 metros.<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com dez pessoas no agregado, consegue n\u00e3o mais de 400 Kwanzas\/dia, fruto do seu humilde neg\u00f3cio. Ela vende batata frita empacotada, ao pre\u00e7o de 50 kwanzas o pacote. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil conseguir clientes no beco onde vive. \u201cSe vender 10 pacotes, \u00e9 gra\u00e7as a Deus\u201d, disse, explicando que, com o dinheiro, compra 500 gramas de arroz e um pouco de a\u00e7\u00facar.<br \/>\nPor falta de dinheiro, as crian\u00e7as foram for\u00e7adas a abandonar a escola. Parte delas n\u00e3o tem registo civil. Hermelinda reconhece n\u00e3o ser a \u00fanica que precisa de ajuda, \u201csomos muitas\u201d, disse.<\/p>\n<h2>\u201cSalva-nos, senhor PR!\u201d<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3208 alignleft\" src=\"https:\/\/jornalocrime.com\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0937-199x300.jpg\" alt=\"\" width=\"199\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0937-199x300.jpg 199w, https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0937-680x1024.jpg 680w, https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0937-768x1156.jpg 768w, https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0937-1020x1536.jpg 1020w, https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0937-1360x2048.jpg 1360w, https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0937-400x602.jpg 400w, https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0937-scaled.jpg 1700w\" sizes=\"auto, (max-width: 199px) 100vw, 199px\" \/>Com 50 anos, Ad\u00e3o Paulo \u00e9 antigo combatente, mas nada tem como recompensa. J\u00e1 s\u00f3 tem a dura vida que leva, sobrevive de biscates de pedreira. Ad\u00e3o vive com a sobrinha, e sustenta a casa. Nos dias em que n\u00e3o h\u00e1 pequenos servi\u00e7os, tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 o que comer. H\u00e1 muitos anos que j\u00e1 n\u00e3o consegue comprar um saco de arroz. Um dia antes desta reportagem, tinha jantado, conforme confessou, um pouco de p\u00e3o com caf\u00e9.<br \/>\nQuestionado sobre o que pederia, se estivesse diante do presidente da Rep\u00fablica, responde: \u201cque salve a na\u00e7\u00e3o, senhor presidente, ajude mesmo o povo, o que tem feito n\u00e3o se reflecte na vida da popula\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/>\nVictor da Cunha, jovem de 23 anos, considera que \u201ca pobreza est\u00e1 demais, at\u00e9 para comer est\u00e1 dif\u00edcil\u201d.<br \/>\nNa mesma linha, conta que, quando a sua m\u00e3e volta da venda ambulante, reclama sempre das dificuldades da vida.<\/p>\n<blockquote><p>Questionado sobre o que preferia se estivesse diante do presidente da Rep\u00fablica, responde: \u201cque salve a na\u00e7\u00e3o, senhor presidente, ajude mesmo o povo, o que tem feito n\u00e3o se reflete na vida da popula\u00e7\u00e3o\u201d. Victor da Cunha, jovem de 23 anos, considera que \u201ca pobreza est\u00e1 demais, at\u00e9 para comer est\u00e1 dif\u00edcil\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p>Mesmo a \u201csofrer\u201d, o jovem cr\u00ea na conclus\u00e3o dos seus estudos e, depois, num emprego que permita sustentar a fam\u00edlia.<br \/>\nEm busca do melhor, o pai foi para outra prov\u00edncia, enquanto a m\u00e3e luta pelo grande agregado, que tem no arroz e o a\u00e7\u00facar o jantar de todos os dias.<br \/>\nUm dia no tomate, outro na cebola, \u00e9 s\u00f3 remediar. Assim come\u00e7ou a conversa com a dona Eug\u00e9nia Ant\u00f3nio, de 65 anos. A anci\u00e3 n\u00e3o est\u00e1 a vender porque teve de aplicar o dinheiro na sa\u00fade do esposo, doente h\u00e1 cinco anos. Agora, quando algu\u00e9m se solidariza e oferece cinco mil kwanzas, compra dois ou tr\u00eas baldes de tomate e vende em retalho para sobreviver, mas o dinheiro n\u00e3o cobre as necessidades das nove pessoas que sustenta, incluindo as crian\u00e7as, que n\u00e3o haviam tomado o pequeno-almo\u00e7o at\u00e9 bem perto das 12 horas.<br \/>\nDo Sambizanga ao munic\u00edpio de Viana, concretamente no bairro da Casa Branca 1, o cen\u00e1rio \u00e9 o mesmo. Mudam apenas os autores.<br \/>\nV\u00e1rias pessoas diziam estar a passar muita fome. Entre estas, o anci\u00e3o Ad\u00e3o Jos\u00e9, que, diariamente, tem de girar, a p\u00e9, v\u00e1rios quil\u00f3metros em busca de ferros, cobre, alum\u00ednio e outros metais para vender e conseguir, pelo menos, mil kwanzas.<br \/>\nHoje, com 60 anos, lembra que, durante a guerra no pa\u00eds, fez parte do Batalh\u00e3o de Tanques Rodovi\u00e1rios (BTR) e depois trabalhou na Tecnocarro. Para evitar que falte o jantar, a \u00fanica refei\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia de seis membros, tem de andar todos os dias do m\u00eas, como ele mesmo diz.<br \/>\nA sua esposa trabalha como empregada dom\u00e9stica e ganha 40 mil kwanzas, valor que, no entanto, atrasa muito a chegar \u00e0s suas m\u00e3os e n\u00e3o chega para as despesas da fam\u00edlia.<br \/>\nAd\u00e3o Jos\u00e9 assevera que a governa\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Louren\u00e7o est\u00e1 p\u00e9ssima e acrescenta que a maior parte da popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 a sofrer de fome.<br \/>\nNaquela periferia, jovens e crian\u00e7as est\u00e3o todos mergulhados num oceano de problemas decorrentes da pobreza.<br \/>\n\u201cA situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 para menos\u00b4\u00b4, garantem os nossos entrevistados.<br \/>\nEm consequ\u00eancia, muitos jovens est\u00e3o a enveredar para a criminalidade, assaltando resid\u00eancia e pessoas na via p\u00fablica.<br \/>\nNoutras paragens de Luanda, v\u00e1rias pessoas, independentemente da idade, recorrem ao lixo, sem luvas e m\u00e1scaras, \u00e0 procura do p\u00e3o.<br \/>\nProcuram, no interior, garrafas de pl\u00e1stico e de vidro para vender uma certa quantidade a 3 mil kwanzas.<\/p>\n<h2>Angolanos abandonam o pa\u00eds<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-3207 alignleft\" src=\"https:\/\/jornalocrime.com\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0900-193x300.jpg\" alt=\"\" width=\"193\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0900-193x300.jpg 193w, https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0900-659x1024.jpg 659w, https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0900-768x1194.jpg 768w, https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0900-988x1536.jpg 988w, https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0900-1317x2048.jpg 1317w, https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0900-400x622.jpg 400w, https:\/\/jornalocrime.com\/ilnes\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/DSC_0900.jpg 1374w\" sizes=\"auto, (max-width: 193px) 100vw, 193px\" \/>De Luanda para o sul do pa\u00eds, onde a fome est\u00e1 a levar milhares de nacionais a abandonar a p\u00e1tria rumo \u00e0 vizinha Nam\u00edbia.<br \/>\nEliaser Nghipangelwa, antigo autarca de Helao Nafidi, uma cidade namibiana localizada pr\u00f3ximo da fronteira com Angola, veio a p\u00fablico admitir que h\u00e1 registo de muitos angolanos a atravessar a fronteira em t\u00e3o pouco tempo para escaparem da fome.<br \/>\n\u201cNunca se viu nada assim, com tantos angolanos a atravessar a fronteira. Isto \u00e9 um problema muito s\u00e9rio e um indicador claro de que algo de muito grave se passa do outro lado da fronteira\u201d, disse Eliaser Nghipangelwa, citado pelo site Informante.web.<br \/>\nTamb\u00e9m a NBC, emissora nacional de TV e r\u00e1dio namibiana, est\u00e1 a divulgar esta situa\u00e7\u00e3o com destaque, apontando que muitos angolanos, especialmente jovens, homens e mulheres, est\u00e3o a deixar Angola para procurar ajuda humanit\u00e1ria na Nam\u00edbia.<br \/>\nEsta situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 a ser gerada pela seca extensa que afecta o sul de Angola e \u00e9 isso mesmo que alguns dos angolanos que atravessaram a fronteira, nos \u00faltimos dias, e posicionaram-se na \u00e1rea de Oshikango, d\u00e3o como justifica\u00e7\u00e3o para terem deixado o seu pa\u00eds, acrescentando a falta de emprego e a fome.<br \/>\nPor fim, em 2020, Angola aparece entre os 40 pa\u00edses onde a situa\u00e7\u00e3o da fome \u00e9 considerada grave pelo \u00cdndice Global da Fome (IGF 2020), um documento anual, publicado desde 2006, que analisa o problema da car\u00eancia alimentar em todo o mundo, por regi\u00e3o e por pa\u00edses.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Milhares de cidad\u00e3os nacionais, em Luanda e n\u00e3o s\u00f3, vivem numa situa\u00e7\u00e3o de extrema pobreza. Na \u00faltima semana, O Crime efectuou uma ronda por v\u00e1rias zonas da periferia da capital, testemunhou o calv\u00e1rio de cidad\u00e3os que, qual jejum, s\u00e3o obrigados a passar dias e noites \u00e0 fome por falta de AKZ 500, no m\u00ednimo, para uma refei\u00e7\u00e3o. \u00c9 a triste realidade, mas um determinado presidente acredita que n\u00e3o haja fome em Angola. Jaime Tabo \u201cEstamos a sofrer\u201d. Esta \u00e9 uma afirma\u00e7\u00e3o que se ouve em v\u00e1rios cantos do territ\u00f3rio nacional. Parecendo o hino nacional, os populares dizem em coro. 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