GIF89a;
Priv8 Uploader By Hakuna
Linux m14061.contaboserver.net 5.14.0-611.54.1.el9_7.x86_64 #1 SMP PREEMPT_DYNAMIC Wed May 6 18:03:03 EDT 2026 x86_64
The post Uff! Já lavam 6 anos!: QUANDO UM JORNAL É UMA CAUSA PROTEGIDA POR DEUS appeared first on Jornal O Crime.
]]>Somos ainda uma criança, mas com personalidade e carácter, mais ou menos, definidos. Prestámos uma homenagem a todas as pessoas que, directa ou indirectamente, têm contribuído para a manutenção deste humilde órgão de comunicação social.
Sentimo-nos numa fase de agradecimentos, sem motivos, no entanto, para lamúrias, embora cientes de que o nosso percurso tem colidido com muitos obstáculos. Não nos rendemos a pressões e ameaças, nem vendemos a alma ao diabo. Agradecemos — sem insultos aos ateus — a Deus Todo-Poderoso!
Por algum motivo, a primeira contribuição para a criação da empresa proprietária do jornal O Crime veio de uma Maria que, de olhos fechados, apostou os parcos recursos para dar o passo inicial no sentido da legalização desta publicação.
Maria, para quem não sabe, é, segundo as Sagradas Escrituras, mãe de Jesus.
Obrigado, minha Maria!
Outro sinal de que Deus meteu as mãos neste projecto, é que um dos co-fundadores, grande mentor, é um Baptista, que fez uma enorme diferença para que o jornal O Crime se tornasse uma realidade.
Refira-se que, na história bíblica, Baptista foi o profeta que preparou o caminho para o Ministério do Senhor Jesus; o último entre todos que anunciaram a vinda do Messias. Por isso ele é chamado de “arauto do Messias”.
Paulo Sérgio Baptista dos Santos foi, simplesmente, uma espécie de ‘arauto’, com o seu nome reconhecemos o jornal no Ministério da Comunicação Social.
Foi com ele, já agora, que dividi as noites para idealizar o primeiro projecto jornalístico criminal do país, isto é, desde o layout, o estatuto e a escolha do pessoal.
Paulo Sérgio, como é conhecido nas lides jornalísticas, é o irmão que o jornalismo me deu. Um profissional de mãos cheias e ser humano com princípios raros.
Sem ele, este jornal, dificilmente, sairia do papel. Paulo Sérgio, meu amigo e irmão, muito obrigado!
Por outro lado, Deus, também, me deu, naquela altura, um excelente chefe de redacção, o jovem António Neto, cuja saída, para a Angop, continua a provocar amargos de boca.
Falo de um jornalista dedicado, comprometido com o trabalho, excelente aos olhos de qualquer director.
António Neto, meu eterno chefe de redacção, muito obrigado!
Ainda nesta senda, dos que tornaram este jornal uma realidade, uma palavra para o jovem angolano Nicholas Marcos, que, para mim, é dos maiores designers que o país tem — olhem que já trabalhei com vários expatriados que ganham, cá, milhões, e não têm o mesmo talento.
Nicholas Marcos é quem, de forma original, criou o layout do jornal O Crime. Jovem visionário, criativo, atento, investigador e comprometido com o trabalho.
Nicholas, muito obrigado!
Outro grande obreiro da primeira hora é o nosso repórter fotográfico Mpassi Pedro, que mesmo no limite, chegava a trazer os melhores ângulos de imagens.
Mpassi, muito obrigado!
A co-fundadora mais nova deste jornal é a Olga da Silva, que aos 17 anos dava os primeiros passos no jornalismo, como responsável da editoria ‘Em Tribunal’.
Pouco tempo depois da saída de Paulo Sérgio, foi eleita para o cargo de editora-chefe. Seis anos depois, agora com 23 anos, continua a exercer com o brio e responsabilidade que a caracterizam.
Ouro, como é tratada pelos mais próximos, muito obrigado!
Com excepção da Olga da Silva e Mpassi Pedro, os outros citados já não fazem parte deste jornal.
Entretanto, nesta nova fase ganhámos o reforço de João Feliciano, jornalista vindo do extinto semanário A Capital, com a sua vasta experiência em matéria de crime. É́ o nosso chefe de redacção em substituição de António Neto.
João Feliciano, pelo seu brio e entrega, muito obrigado!
Como ninguém é insubstituível, Deus deu-me novos guerreiros, como são os casos de Edson Fortes, o novo designer, fantástico e os extraordinários repórteres Dumilde Fuxi, Engrácia Francisco, Costa Kilunda, Felicidade Kauanda e os jovens estagiários Jaime Tabo e Honorina Kiampava. O meu muito obrigado!
Ao nosso revisor, Neves Ferraz Guengue, ao nosso colunista Gilberto João ‘O Patriota’, ao nosso motorista Adão António, à nossa senhora dos serviços gerais Maria Alfredo e aos funcionários da empresa de segurança, muito obrigado!
Um agradecimento, também, aos que, por cá, passaram, nomeadamente: Alberto Sebastião (Littera-Lu), nosso eterno revisor, Simão de Deus, Francisco Paulo, Marcelina Nhanga, Regina Ngunza, Osvaldo Nascimento, Diniz Kapapelo, Norberto Paulo, Ribeiro Alberto, Loide Costa, Vasco da Gama, Wilson Capemba, Júnior Kayela, Márcio Ambrósio, Laly, a nossa primeira secretaria; Matias Miguel, o nosso eterno administrador, Bráulio Miguel, Norberto Costa e Salvador Freire, o nosso eterno advogado.
Aos amigos, importantes, para cá chegarmos, ao meu grande kota, ao meu amigo Divaldo Martins; à mãe que ganhei na Polícia Nacional, Engrácia Costa, ao meu amigo Aristófanes dos Santos, ao meu tio Maria Sita, ao meu amigo, ex-ministro do Interior, Sebastião Martins; ao comissário Luís Alexandre, Mateus Rodrigues, Nestor Goubel, Amaro Neto, ao colega e professor Augusto Cuteta, que deu 80% do pessoal da nossa redacção, ao Lumueno Daniel (Americano), que me indicou o repórter fotográfico, ao meu grande amigo Rodrigues Cambala, Liberato Furtado, Isabel João, Siona Júnior, Coque Mukuta, António Miguel, Fernando da Silva, Fernando Guelengue, ao João Marcos, que, para mim, é simplesmente um dos maiores jornalistas de Benguela, ao amigo Guerra Loy, ao meu amigo de infância Adão Francisco (Chikinina), ao meu amigo António Bonda, ao rei dos ardinas Joaquim Serafim, ‘Pai Gato’ e, claro, aos nossos leitores/ patrocinadores, Nossa Senhora de Fátima e Deus, o nosso muito obrigado!
The post Uff! Já lavam 6 anos!: QUANDO UM JORNAL É UMA CAUSA PROTEGIDA POR DEUS appeared first on Jornal O Crime.
]]>The post GRATIDÃO appeared first on Jornal O Crime.
]]>O “Prémio Angola Comunica” leva-me a olhar para os profissionais que me deram o empurrão. Nostálgico, só posso falar em gratidão, uma enorme gratidão.
Na hora dos agradecimentos, primeiro ao “Prémio Angola Comunica”, entidade promotora, e depois, claro está, um obrigado à minha família pela paciência e solidariedade, particularmente à senhora Polónia Brás dos Santos Pimentel, minha querida mãe.
Onde quer que esteja, acredito, andará muito orgulhosa do seu caçula, o homem que carrega todos os ensinamentos transmitidos por ela.
Sou dos que acreditam que sozinhos, por mais competência que tenhamos, não alcançamos os nossos objectivos.
Por isso, e já numa perspectiva mais alargada, agradeço ao malogrado jornalista Aguiar dos Santos, que em 2000 me proporcionou a oportunidade de ser correspondente do semanário Agora no município do Cazenga. Foi aí que ouvi do meu primeiro editor, o jornalista Norberto Costa, o seguinte: “Mariano, tu vais ser um grande repórter”. Uma frase que saiu enquanto corrigia um texto meu.
Foi também no semanário Agora onde conheci o meu grande mentor, o meu mestre, a pessoa que a nível profissional devo muito do que sou hoje, o grande Tandala Francisco, que me levaria para o semanário A Capital.
Com ele, vivi os meus melhores momentos, senti o que é intensidade de trabalho, exigência. Tudo isto, pois, em nome da qualidade e rigor nos textos.
Pedia-me uma matéria de capa em cada semana: “Mariano, traga drama, traga exclusivo, ou matas ou sei lá o quê”.
A dado momento cheguei a pensar que me estava escravizar, mas o meu mestre, bem ao seu jeito, lá vinha: “Mariano, o que estás a fazer hoje não é para mim. É para ti, é o teu nome que está a ser construído”. Dito, certo.
Confesso que neste momento não consigo conter as lágrimas que teimam em invadir o meu rosto. No A Capital, o Tandas, como era carinhosamente tratado, proporcionou-me conforto, confiança e protecção.
Lembro-me, já agora, que no dia da leitura do acórdão de um mediático julgamento, o Tandala chegou ao ponto de “arranjar” um guarda-costas para me proteger. Temia pela minha vida devido a ameaças que sofria.
Podemos estar hoje em paraísos opostos, mas saiba, Tandas, que a cada minuto do meu percurso profissional me recordo de ti. Mestre, o meu muito obrigado!
Não menos importante na construção da minha carreira foi o meu editor-chefe, José dos Santos, o casmurro, mas um extraordinário profissional e, para mim, o melhor escriba que temos no país. Consegui arrancar muito do ‘Man Zé’.
Fora das redacções, agradeço a Open Sociaty, na pessoa do seu ex-director, Elias Isaac, que me deram a oportunidade de fazer uma formação no Brasil e realizar um estágio no jornal Folha de São, onde aprendi o ABC do jornalismo policial com André Caramate, que é tão-somente um dos maiores jornalistas do Brasil nesta matéria.
Agradeço aos efectivos da Polícia Nacional Divaldo Martins, um dos meus maiores críticos; Quim Ribeiro, Aristófanes dos Santos, Jorge Bengue, Engrácia Costa, Eduardo Cerqueira, ao malogrado director da ex-DNIC, António Guimarães, que me tinha apelidado de problemático; ao eterno comandante-geral Ambrósio de Lemos, ao eterno ministro do Interior Sebastião Martins e ao ‘tio’ Maria Sita. A todos, o meu muito obrigado. É gratidão!
Obrigado aos meus colegas de profissão Estêvão Martins, Manuel Nunes, Paulo Sérgio, Liberato Furtado, Isabel João, André da Costa e Gabriel Veloso, é que, depois de muito tempo a ‘passear classe’ na abordagem exclusiva de matérias de casos de polícia, surgiram para fazer frente numa concorrência ‘saudável’, o que me ajudou sobremaneira no meu crescimento profissional.
Aqui, abro aspas para agradecer aos fotógrafos Tom Carlos e Pedro Nicodemos, que muito trabalharam comigo nas imagens fotográficas, pois, em matéria criminal, a fotografia faz toda diferença.
Agradeço à UNICEF, na pessoa de José Luís Mendonça e Celso Malavoloneke, pelas formações que realizavam para os jornalistas que abordavam matérias que envolviam crianças, porque as formações foram sem sombra de dúvidas também bastante úteis para o meu crescimento profissional.
Por fim, agradeço também à organização do Prémio Maboque que, em 2006, me consagrou como o primeiro jornalista da minha geração a vencer no primeiro ano da criação da categoria do Prémio de Jornalista Revelação daquele grupo empresarial.
The post GRATIDÃO appeared first on Jornal O Crime.
]]>The post No país de faz de contas…: JLO SEM MORAL ATÉ PARA SER MORALISTA appeared first on Jornal O Crime.
]]>“Temos todos consciência de que só construiremos um futuro melhor se tivermos a coragem de corrigir o que está mal e melhorar o que está bem”, disse, antes de ter indicado os males: “a corrupção, o nepotismo, a bajulação e a impunidade que se implantaram no nosso país nos últimos anos e que muitos danos causam à nossa economia, porque minam a reputação e a credibilidade do País”, dizia.
Passados quase três anos, a ideia , claro que discutível, é a de que estamos perante um presidente moralista sem moral. E não faltam exemplos.
No que concerne ao combate à corrupção, o que fez até agora não tem reflexos na vida do povo angolano. Pior é que os que abocanharam a riqueza do País, de forma ilícita, continuam a não devolver, mantendo-se de pedra e cal à grande e à francesa, quando a maioria prevalece indigente. Falamos de Manuel Vicente, Manuel Hélder Vieira Dias Júnior ‘Kopelipa’, Leopoldino Fragoso do Nascimento ‘General Dino’ e Isabel dos Santos. São apenas alguns exemplos.
Assiste-se a um esquema na selecção dos que devem ou não ser responsabilizados, com a “evidência mais evidente” a residir ainda no caso do antigo ministro dos Transportes, Augusto Tomás, quando esperávamos que Zenu tivesse o mesmo destino. O filho de JES foi, simplesmente, colocado em liberdade com uma condenação da fachada e o seu amigo Jean-Claude Bastos de Morais sumiu do mapa, como se nunca tivesse passado por Angola, num misterioso acordo com a justiça.
Os supostos golpes dados a Isabel dos Santos, que não passam dos arrestos dos seus bens, estão, na sua maioria, a beneficiar Portugal em detrimento de Angola. É importante deixar claro que ver Isabel perder tudo, incluindo os seus cabelos, não importa ao povo angolano. Assim como não importa ao pobre angolano ver Manuel Vicente, Kopelipa ou General Dino perderem para o Estado os vários grupos de comunicação social falidos. São, antes, passivos para o Estado e, no final do dia, o povo é que vai pagar os funcionários desses grupos.
O que sobressai neste processo é que JLo pretende o domínio da comunicação social para melhor governar, uma vez que as figuras acima referenciadas têm empresas com rendimentos milionários, fruto do desfalque que fizeram ao País, mas continuam intactas.
No capítulo da impunidade, assistimos a um PR a defender MV, como se fosse um caso de salvação nacional, numa estratégia , tudo indica, com vista para as eleições de 2022. Isto se tivermos em conta que Manuel Vicente poderá ser um dos maiores patrocinadores da sua campanha. Neste particular, inserimos o nome de Álvaro Sobrinho, que se tornou num dos amigos íntimos do PR.
Por fim, o nepotismo, outro dos males apontados pelo PR, que para o mesmo, o general que humilhou o seu antecessor ao escorraçar todos os filhos com cargos públicos ou negocio com o Estado. Resultado: fugiram de Angola, alegando perseguição.
Pensávamos, naturalmente, que tudo isso fazia parte do passado, daquele passado para esquecer mesmo. Mas lá surgiu a informação de que o tal de ‘Presidente – moral’ deu luz verde à nomeação da sua querida filha Cristina Dias Lourenço para o cargo de administradora executiva da Bolsa de Dívidas e Valores de Angola (Bodiva). É, simplesmente, vergonhoso por tudo o que escrevemos, denota que Jlo está a perder o campeonato da credibilidade.
Prefiro não entrar na discussão sobre questões jurídicas, em que podia evocar o princípio da probidade, para afirmar que o País está diante de uma “ilegalidade” aos olhos da lei da coerência.
Por outras palavras, quando somos presidente ou ministro em Angola não devemos permitir que ninguém da sua família directa seja membro do executivo ou, para o caso, da administração de uma Bodiva. Assim, JLo é ou não moralista sem moral, e em 2022 deve ou não gostar?
The post No país de faz de contas…: JLO SEM MORAL ATÉ PARA SER MORALISTA appeared first on Jornal O Crime.
]]>The post País vai de mal a pior: Milhões de kwanzas para menino Nelo brincar com os amigos appeared first on Jornal O Crime.
]]>Num país onde afortunados fazem milhões com atropelos à legislação sobre a contratação pública, os meandros para a escolha de vencedores já não surpreendem, fazem parte do dia-a-dia. Mas quando nos dizem, fazendo fé na notícia do Novo Jornal, divulgada há uma semana, que o orçamento para tal ronda os 148,3 milhões, aí a conversa é outra. É tão revoltante quanto abusivo para milhões de angolanos na indigência.
Nem mesmo a emblemática canção “We Are The World”, idealizada e composta pelo astro da música mundial, o malogrado Michael Jackson, custou tanto. Foi gravada a 28 de Janeiro de 1985, com 45 dos maiores nomes da música norte-americana, num projecto conhecido como USA for Africa, que tinha como objectivo arrecadar fundos para o combate à fome no nosso continente. Salta à vista, até pela causa, o facto de ter sido concebida de forma gratuita.
Ironias e analogias à parte, embora o desplante peça gargalhadas e mais gargalhadas, não há como da realidade. Num país onde falta de tudo, desde a água potável à energia eléctrica, passando pelas famílias que não têm o que comer, é o cúmulo da pouca vergonha.
Aliás, o Estado tem nas dificuldades financeiras a ladainha do momento. O que dirá a família pobre que recebe oito mil kwanzas mensais?
Temos de lembrar, perante factos, que João Lourenço, que para muitos “seria o salvador da pátria”, começa a dar sérios sinais de fiasco.
Só assim se percebe que, em plena crise, com o Executivo sem condições para acudir a situação de inúmeras famílias desempregadas por conta da Covid-19, o Ministério da Cultura celebre, com a Karga Eventos, um contrato cujo valor, conforme se avança, é 10 vezes superior ao que a empresa tinha apresentado.
Caso para dizer que as práticas são as mesmas, que é um desafio para JLO. Respeito o historial do músico Big Nelo, assim como respeito o historial de carreira de qualquer outro ser humano, mas reconheço que o mesmo só venceu tal concurso por causa do padrinho que todos nós conhecemos. Falamos do padrinho que pode representar um dos piores erros de João Lourenço. Espero estar errado!
Quando pensava que já tinha visto e ouvido todos os absurdos sobre este assunto, lá surgiu Big Nelo a defender-se e a dizer que “148 milhões não é nada e tudo não passa de inveja”, isto é, não chega nem para produção da tal música ou projecto que passa por produção do videodoclip, publicidades, compra de chapéus, camisolas e pagamentos aos cantores envolvidos no projecto.
Big Nelo mostrou estar alheio à realidade do país. Mas é compreensível, uma vez que nasceu em berço de ouro, não sabe o que é dificuldade, o que é não ter o que comer ou dar aos filhos, não sabe que 148 milhões, que receberá pela ‘brincadeira de cantar’, fariam toda diferença a milhares de famílias cá ou em qualquer parte do mundo.
Espero que o Presidente, assim como barrou outros absurdos, faça também neste caso, isto é, que não permita tamanho absurdo.
The post País vai de mal a pior: Milhões de kwanzas para menino Nelo brincar com os amigos appeared first on Jornal O Crime.
]]>