Uff! Já lavam 6 anos!: QUANDO UM JORNAL É UMA CAUSA PROTEGIDA POR DEUS

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No passado dia 25 de Outubro, o jornal O Crime completou 6 anos de existência, pelo que — permitam a analogia — já pode ir à escola.

Somos ainda uma criança, mas com personalidade e carácter, mais ou menos, definidos. Prestámos uma homenagem a todas as pessoas que, directa ou indirectamente, têm contribuído para a manutenção deste humilde órgão de comunicação social.

Sentimo-nos numa fase de agradecimentos, sem motivos, no entanto, para lamúrias, embora cientes de que o nosso percurso tem colidido com muitos obstáculos. Não nos rendemos a pressões e ameaças, nem vendemos a alma ao diabo. Agradecemos — sem insultos aos ateus — a Deus Todo-Poderoso!

Por algum motivo, a primeira contribuição para a criação da empresa proprietária do jornal O Crime veio de uma Maria que, de olhos fechados, apostou os parcos recursos para dar o passo inicial no sentido da legalização desta publicação.

Maria, para quem não sabe, é, segundo as Sagradas Escrituras, mãe de Jesus.

Obrigado, minha Maria!

Outro sinal de que Deus meteu as mãos neste projecto, é que um dos co-fundadores, grande mentor, é um Baptista, que fez uma enorme diferença para que o jornal O Crime se tornasse uma realidade.

Refira-se que, na história bíblica, Baptista foi o profeta que preparou o caminho para o Ministério do Senhor Jesus; o último entre todos que anunciaram a vinda do Messias. Por isso ele é chamado de “arauto do Messias”.

Paulo Sérgio Baptista dos Santos foi, simplesmente, uma espécie de ‘arauto’, com o seu nome reconhecemos o jornal no Ministério da Comunicação Social.

Foi com ele, já agora, que dividi as noites para idealizar o primeiro projecto jornalístico criminal do país, isto é, desde o layout, o estatuto e a escolha do pessoal.

Paulo Sérgio, como é conhecido nas lides jornalísticas, é o irmão que o jornalismo me deu. Um profissional de mãos cheias e ser humano com princípios raros.

Sem ele, este jornal, dificilmente, sairia do papel. Paulo Sérgio, meu amigo e irmão, muito obrigado!

Por outro lado, Deus, também, me deu, naquela altura, um excelente chefe de redacção, o jovem António Neto, cuja saída, para a Angop, continua a provocar amargos de boca.

Falo de um jornalista dedicado, comprometido com o trabalho, excelente aos olhos de qualquer director.

António Neto, meu eterno chefe de redacção, muito obrigado!

Ainda nesta senda, dos que tornaram este jornal uma realidade, uma palavra para o jovem angolano Nicholas Marcos, que, para mim, é dos maiores designers que o país tem — olhem que já trabalhei com vários expatriados que ganham, cá, milhões, e não têm o mesmo talento.

Nicholas Marcos é quem, de forma original, criou o layout do jornal O Crime. Jovem visionário, criativo, atento, investigador e comprometido com o trabalho.

Nicholas, muito obrigado!

Outro grande obreiro da primeira hora é o nosso repórter fotográfico Mpassi Pedro, que mesmo no limite, chegava a trazer os melhores ângulos de imagens.

Mpassi, muito obrigado!

A co-fundadora mais nova deste jornal é a Olga da Silva, que aos 17 anos dava os primeiros passos no jornalismo, como responsável da editoria ‘Em Tribunal’.

Pouco tempo depois da saída de Paulo Sérgio, foi eleita para o cargo de editora-chefe. Seis anos depois, agora com 23 anos, continua a exercer com o brio e responsabilidade que a caracterizam.

Ouro, como é tratada pelos mais próximos, muito obrigado!

Com excepção da Olga da Silva e Mpassi Pedro, os outros citados já não fazem parte deste jornal.

Entretanto, nesta nova fase ganhámos o reforço de João Feliciano, jornalista vindo do extinto semanário A Capital, com a sua vasta experiência em matéria de crime. É́ o nosso chefe de redacção em substituição de António Neto.

João Feliciano, pelo seu brio e entrega, muito obrigado!

Como ninguém é insubstituível, Deus deu-me novos guerreiros, como são os casos de Edson Fortes, o novo designer, fantástico e os extraordinários repórteres Dumilde Fuxi, Engrácia Francisco, Costa Kilunda, Felicidade Kauanda e os jovens estagiários Jaime Tabo e Honorina Kiampava. O meu muito obrigado!

Ao nosso revisor, Neves Ferraz Guengue, ao nosso colunista Gilberto João ‘O Patriota’, ao nosso motorista Adão António, à nossa senhora dos serviços gerais Maria Alfredo e aos funcionários da empresa de segurança, muito obrigado!

Um agradecimento, também, aos que, por cá, passaram, nomeadamente: Alberto Sebastião (Littera-Lu), nosso eterno revisor, Simão de Deus, Francisco Paulo, Marcelina Nhanga, Regina Ngunza, Osvaldo Nascimento, Diniz Kapapelo, Norberto Paulo, Ribeiro Alberto, Loide Costa, Vasco da Gama, Wilson Capemba, Júnior Kayela, Márcio Ambrósio, Laly, a nossa primeira secretaria; Matias Miguel, o nosso eterno administrador, Bráulio Miguel, Norberto Costa e Salvador Freire, o nosso eterno advogado.

Aos amigos, importantes, para cá chegarmos, ao meu grande kota, ao meu amigo Divaldo Martins; à mãe que ganhei na Polícia Nacional, Engrácia Costa, ao meu amigo Aristófanes dos Santos, ao meu tio Maria Sita, ao meu amigo, ex-ministro do Interior, Sebastião Martins; ao comissário Luís Alexandre, Mateus Rodrigues, Nestor Goubel, Amaro Neto, ao colega e professor Augusto Cuteta, que deu 80% do pessoal da nossa redacção, ao Lumueno Daniel (Americano), que me indicou o repórter fotográfico, ao meu grande amigo Rodrigues Cambala, Liberato Furtado, Isabel João, Siona Júnior, Coque Mukuta, António Miguel, Fernando da Silva, Fernando Guelengue, ao João Marcos, que, para mim, é simplesmente um dos maiores jornalistas de Benguela, ao amigo Guerra Loy, ao meu amigo de infância Adão Francisco (Chikinina), ao meu amigo António Bonda, ao rei dos ardinas Joaquim Serafim, ‘Pai Gato’ e, claro, aos nossos leitores/ patrocinadores, Nossa Senhora de Fátima e Deus, o nosso muito obrigado!

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