Insuficiência de meios técnicos preocupa SIC no Namibe

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A insuficiência de meios técnicos e humanos para o desenvolvimento pleno dos trabalhos do Serviço de Investigação Criminal (SIC) no Namibe está a preocupar o seu director provincial, superintendente-chefe Leonel da Cruz, que a considera, citado pelo OPAÍS, conjuntural para todo o país.

Por: Tchapwakisso Lázaro

Segundo apurou-se de fonte segura, o Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, já orientou o órgão do Ministério do Interior a aquisição de equipamentos e meios técnicos para o pleno exercício da actividade investigativa.

Porém, a morosidade que se regista na homologação das ordens de saque para as empresas contratadas está a inviabilizar o processo.

No Namibe, segundo Leonel da Cruz, o SIC controla um total de 154 efectivos, entre oficiais superiores e agentes. Destes, 46 são técnicos superiores formados nas diversas áreas do saber, com destaque ao Direito.

“Neste capítulo, que tem a ver com recursos humanos, o número que temos não nos satisfaz, mas, mesmo assim, o SIC no Namibe tem dado resposta aos diferentes casos que nos chegam.

No que toca aos meios materiais e técnicos, este é um problema geral. O que falta em Cabinda, falta na Huíla, no Cunene, no Namibe… portanto, a falta de meios materiais e técnicos é conjuntural”, afirmou.

Apesar disso, o responsável garantiu, de acordo com o jornal OPAÍS, que a situação de criminalidade no Namibe está controlada.

“O SIC a nível da província do Namibe está estável e vai acompanhando o evoluir da situação de criminalidade nas suas mais variadas formas de ocorrência. Estamos preparados para dar resposta a altura daqueles que forem surgindo”, garantiu.

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