Lotador de táxi: CONDENADO A 16 ANOS DE PRISÃO EFECTIVA POR MATAR COLEGA

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Embora sejam amigos, Jesus Alberto 19 anos, lotador de táxi, assassinou a sangue frio o colega durante a disputa para encher uma viatura iace, conhecida por azul e branco. Por conta disto, foi o acusado condenado a 16 anos de prisão maior

Felicidade Kauanda

Para o tribunal, a arma usada no crime, é uma das provas que mostra claramente a intensão que o réu Jesus Alberto também conhecido por “Pai livre” tinha de matar o malogrado Cavena. Por outro lado, segue a  personalidade do mesmo que serviram evidências, e todos os elementos encontrado durante a produção de provas, que igualmente preenchem o crime de homicídio simples, de que o réu  foi acusado, pronunciado, e depois   condenado. Porém, para o tribunal, agravaram  no comportamento do réu, os fictores do réu  ter cometido o crime de noite. Superioridade da arma. Tendo sido  ao seu favor, as circunstâncias atenuantes, como o facto de ser  réu primário, a confissão, 

“Nos conhecemos que é ele, não é a primeira vez que comete mesmo na paragem só golfo 2 e no bairro conhecem as mas ações dele, ele tem família ninguém veio acompanhar desde o primeiro dia que começou a audiência de julgamento porque todos eles estão cansados  com que ele faz

Todavia, foi Jesus Alberto, condenado a pena maior de 16 anos de prisão efectiva. No pagamento AKZ1.500. 000.000,00, (um milhão e quinhentos mil kwanzas) a título de indeminização a família enlutada. Bem como o pagamento AKZ100.000,00 (cem mil kwanzas de taxa de justiça). 

“o crime que o senhor cometeu é punido de 14 a 20 anos de prisão maior, mas atendendo o maior número das circunstâncias atenuantes, foste condenado á 16 anos de prisão” Disse a juíza da causa Ana Bela, para chamar atenção ao réu, acrescentando ainda seguiu dizendo “enquanto estiver na cadeia tenha boa conduta, pedi perdão a Deus,  pensa em estudar  a bíblia, procura viver de forma correcta, tu es muito jovem tens muitas coisas ainda por fazer, vais sair da cadeia daqui algum tempo e refazer a sua vida, mas   a  vida do Cavena já não  vai voltar, não se pode tirar a vida de ninguém, e pior ainda por motivos banais como o senhor procedeu, o malogrado te deu apenas uma bofetada e tu foste logo tirar a faca e desferir o outro, e vocês eram amigos, espero que te arrependas e daqui em diante seja uma pessoa digna”

 Segundo os autos, Jesus Alberto, e o malogrado, eram amigos e vizinhos, pós ambos viviam no golfo 2 e  trabalhavam como lotadores de táxis (pessoas que colocam passageiros no interior dos táxis nas pastagens) na paragem do golfo 2 imediações do Banco BIC 

Porém, no dia 30 de Agosto de 2021 por volta das 20 horas, enquanto trabalhavam os dois teriam se desentendido,  numa altura que pretendiam colocar os passageiros no mesma viatura. Tendo no  momento Jesus se afastado  dirigindo-se a outra viatura para trabalhar. 

 Na sequência, a vítima o terá seguido, o que gerou discussão entre eles, levando a dada altura o falecido desferido uma bofatada no rosto do reu, em gestão  de retalhação, este, retirou a faca de cozinha que se encontrava por cima de uma bancada de venda, deferiu  na região torácica do malogrado que logo de seguida caiu estatelado, que acabou por conhecer a morte no mesmo local. Porém,  Jesus, ao ver o malogrado estatelado  pôs-se em fuga refugiando no município do Cazenga em casa da tia

Em audiência de julgamento Jesus, alegou ter agido sob efeito de álcool, o que apesar disso, não o impede de ser responsabilizado criminalmente, sendo que para o tribunal, o mesmo teria agido com dolo ao usar a faca da cozinha e deferir contra o amigo, que em consequência este veio a perder a vida por anemia aguda devido arma que causou ferimento grave no tórax. O que preenche os elementos do crime  de homicídio simples, previsto e punível nos termos do artigo 147º do código penal, de quê Jesus Alberto veio acusado.

Sem quererem gravar entrevista, familiares do malogrado, dão conta que o condenado é residente as práticas criminas, pois é conhecido na zona como sendo pequeno na idade grande nas práticas delituosas.

“Nos conhecemos que é ele, não é a primeira vez que comete mesmo na paragem só golfo 2 e no bairro conhecem as mas ações dele, ele tem família ninguém veio acompanhar desde o primeiro dia que começou a audiência de julgamento porque todos eles estão cansados  com que ele faz.

Ele vivia de casa em casa dos familiares ninguém mas queria dele porque onde ele ia só trazia problemas na família. Nós perdemos o nosso filho, irmão que foi muito jovem e nada tinha a ver com mundo do crime, é lamentável porque ele já não vai voltar por isso mesmo não estamos satisfeitos nem com a pena que esse marginal foi condenado. 16 ano de prisão é pouco nos já nunca vamos ver o Cavena ele vai sair e fazer a vida dele por isso pedimos que se aumente a pena de quem tira a vida de outrem. Mas esperamos na justiça divina porque nada ninguém do que Deus faz a justiça certa”

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