CIDADÃO DETIDO POR HOMICÍDIO E OCULTAÇÃO DE CADÁVER

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 Um fazendeiro de 40 anos de idade, na cidade de Moçâmedes, província do Namibe, foi detido numa operação conjunta entre o SIC e a PNA naquela província, a 11 do corrente mês, suspeito de envolvimento no homicídio e ocultação de cadáver de um cidadão de, aparentemente, 30 anos. O SIC e a PNA, no Namibe, estão ainda à caça de um outro envolvido no crime. 

 Engrácia Francisco

O crime, de acordo com o SIC e a PNA, ocorreu no passado dia 4 de Junho do ano em curso.

No âmbito das acções operativas levadas a cabo pelo Serviço de Investigação Criminal e a Polícia Nacional no Namibe, procedeu-se, na manhã do dia 11 de Junho de 2021, a detenção de um cidadão, solteiro, de 40 anos de idade, identificado apenas por senhor Miranda, natural do município do Cubal, província de Benguela, como presumível autor do crime de homicídio qualificado concorrido com ocultação de cadáver, em que foi vítima um cidadão apenas identificado por Daniel, que aparentava ter 30 anos, natural de Quipungo, província da Huíla. 

O crime, segundo o SIC e a PNA, terá ocorrido no pretérito dia 4 do mês e ano em curso, na cidade de Moçâmedes, povoação do Giraul de Baixo, concretamente na fazenda do cidadão agora sob custódia. 

De acordo com as autoridades, o mote do crime está relacionado com o alegado desaparecimento, recentemente, de parte do gado caprino, pertença do presumível autor. À data, esclarece o SIC e a PNA, depois de dar pelo desaparecimento do gado, Miranda e outro comparsa, agora em parte incerta, terão amarrado o malogrado, e com ajuda de um pau e uma mangueira de plástico, desferidos lentos e vários golpes à vítima, que, depois, foi ocultado numa cabana, moribundo. 

Aliás, explicaram as autoridades, passados dois dias, os suspeitos ter-se-iam apercebido, numa manhã, que a vítima ainda estava em vida. De forma cautelosa, esperaram anoitecer e colocaram o jovem num saco, envolveram-no num lençol e o enterraram num buraco de mais de 1 metro de profundidade, numa área deserta e montanhosa, que dista, aproximadamente, há 300 metros da referida fazenda.

O Serviço de Investigação Criminal procedeu à exumação do corpo com os peritos em medicina legal, locais, e peritos afecto à criminalística. Seguidamente, o corpo foi transportado para a morgue do Hospital Provincial Ngola Kimbanda, onde se continuou o estudo médico forense, que após o fim foi transportado para o cemitério do Calumbiro, juntamente com a família, onde foi a enterrar.

O presumível autor do crime já foi presente ao Ministério Público para os trâmites subsequentes.

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