YALI ANGOLA COM ROSTOS NOVOS NA COORDENAÇÃO

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Uma verdadeira mudança a todos os níveis é o que a nova equipa do Comité Yali Angola, que tomou posse no dia primeiro do presente mês, se propõe a alcançar. Com uma força muito própria, os novos rostos pretendem “ressuscitar” o programa, a nível do país, durante os dois anos que se aproximam.

Olga da Silva

Trata-se de Luyana Canza, a coordenadora de Núcleo, Regina Ngunza, coordenadora de Advocacia e Marketing, Isildo Tito Marques, coordenador de Currículo, Antônio Braga Fazenda, coordenador de Monitorização e Avaliação, Imisi de Almeida, coordenador de Eventos e Networking, Pascoal Luís, coordenador de Recrutamento e Selecção e Wilson Tiago, coordenador de Sustentabilidade.

Faz parte da sua linha de força, objectivos como, proporcionar oportunidades para que os líderes angolanos sejam recrutados como formadores ou facilitadores nos centros de treinamentos regional, elevar a expansão do YALI a nível nacional e constituir representações nas províncias, municípios e distritos de Angola, assim como atrair parceiros angolanos e mobilizar recursos para a realização de Cohorts em Angola.

“Estamos cientes de que uma longa jornada nos espera e queremos contar com o apoio de todos os alumnis, para o alcance dos objectivos que nos propusemos a cumprir”, declara a equipa.

Uma particularidade entre os membros da nova coordenação recai ao facto de todos terem sido formados, na vertente da liderança, na África do Sul, no ano passado e vêm para dar maior visibilidade a esse importante projecto, virado para os jovens, em Angola.

Com toda a garra, a equipa defende “somos pela união, pela inclusão e pretendemos trabalhar com todos os alumnis, pois, apenas juntos, como Comitê YALI ANGOLA, poderemos conseguir”.

Um rosto saído do jornal O Crime

Entre os líderes, destaca-se Regina Ngunza, uma jovem que teve uma brilhante passagem pelo jornal O Crime, com o marco do seu trabalho na cobertura do julgamento político do caso que ficou conhecido como “Os 15+2”, o que lhe fez nascer uma veia activista implacável.

Coordenadora de Advocacia e Marketing, a jovem pretende criar uma revista electrónica e impressa “Yali Angola”, para abordar experiências pós Yali, iniciativas e projectos de impacto dos membros, para motivá-los a continuarem com os seus feitos e encorajar outros líderes a fazerem o mesmo.

“Acho que está na hora de materializar e arquivar os nossos feitos e a publicação da revista é ideal para isto”, considera, acrescendo, a seguir “tenho o desafio de levar ao conhecimento de todos os jovens angolanos esta iniciativa de líderes africanos, através de uma comunicação eficaz e inclusiva, administrar e monitorar as plataformas digitais, entre outros”.

O que é o YALI?

A Iniciativa para Jovens Líderes Africanos (do inglês Youth African Lidership Initiative- YALI) foi lançada como um esforço assinalável para investir na próxima geração de líderes africanos.

Os seus quatro Centros de Liderança Regionais (Gana, Quênia, Senegal e África do Sul), um projecto da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento internacional (USAID), em estreita parceria com a MasterCard Foundation, servem em todo o continente, para incentivar a aprendizagem transformacional e melhorar as habilidades de liderança dos jovens.

O YALI tem como objectivos, criar pensadores críticos, resolver problemas complexos e multidisciplinares, fomentar o pensamento empreendedor, uso inovador de informação, conhecimento e oportunidades, incentivar a comunicação e colaboração multicultural e criar consciência sobre assuntos africanos contemporâneos.
Os jovens líderes são elegíveis para participarem nos programas: Angola, Botsuana, Comores, Lesoto, Malawi, Madagáscar, Maurícias, Moçambique, Namíbia, Seicheles, África do Sul, Suazilândia, Zâmbiae Zimbabué.

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